domingo, 8 de março de 2009

Nuvens

Existem outras nuvens em cima das nuvens
que ficam em baixo de outros céus de azuis coloridos.

sexta-feira, 6 de março de 2009

O que passou

Ela olha de um jeito que me encanta
Ri de tudo, como se o mundo lhe fizesse cócegas
Quando noite, brilha com a luz da Lua
Se existe nuvens, ilumina a noite.

Sem parar de pensar
Escrevo uma canção dizendo tudo de ti
Sem parar de pensar eu saio viajar
Para então, poder te encontrar!

Se estou triste a pensar
Seu nome vem ao meu olhar
Como se visse flores
Se estou alegre
É porque estou a te imaginar
e porque sei que eu vou te encontrar.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Sobre um perdido

Na procura da resposta correta não sabe nem onde morar, muito menos o que enxergar.
Na luz da noite, no caráter dos outros tenta descobrir novos mundos, pois o antigo ja se fora.
Talvéz a tristeza o atinja, pois quem sabe ele seja mais avançado.
Nada o satisfaz, nada o deixa feliz, nem mesmo o seu interior.

Para onde olhar?

Lá de cima

Hoje eu vi uma maquete real
Com a luz do Sol
E a sombra das Nuvens

terça-feira, 3 de março de 2009

Tudo vai acontecer

Se para tudo tem um caminho
Eu estou procurando
Se existe a minha alma gêmea
Eu estou procurando

Enquanto isso admiro o cair da noite pensando no amanhecer
Sentindo a brisa suave que vem trazer mais vermelho ao meu redor

Tudo vai acontecer
Tudo vai acontecer se você quiser
Tudo vai acontecer
Tudo vai acontecer no alvorecer

Se existe uma fórmula para ser feliz
Eu estou procurando
Se existe um segredo para um mundo melhor
Eu estou procurando

Olhe para os céus e sorria, tudo vai acontecer
Sinta o toque dos céus e sorria, tudo vai mudar.

Na visão de Bob Spitz

Os Beatles tinham mais do que um pressentimento de que estavam a apenas um homem de se tornarem grandes. Eles haviam crescido incrivelmente como músicos desde que se reuniram, e era impossível não reconhecer aonde tinham chegado. Eles haviam se tornado progressivamente não apenas melhores, mas também mais técnicos e versáteis. Havia certa singularidade na forma como tocavam, uma inventividade para transformar mesmo os temas mais simples em algo original e criativo. Muito disso aconteceu sem grande premeditação. Alguém tocava um acorde, fosse por experimentação ou acidente, e era como se um alarme soasse. Parte disso era talento nato. Paul aprendia a tocar instrumentos como algumas pessoas aprendem novas línguas; tinha ouvido pra coisa, e colocava os acentos certos nos lugares certos. E George , em especial, se embrenhava nas complexidades dos fundamentos e da técnica musical. Ambos tocavam suas guitarras com uma confiança impressionante e tinham o poder de faze-las soar como Maseratis. John tinha todo o resto: a sensibilidade e os gostos certos. E tudo se encaixava com estilo e atitude.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Cazuza.

Cantando agente inventa.
Inventa um romance, uma saudade, uma mentira...
Cantando a gente faz história.
Foi gritando que eu aprendi a cantar: sem nenhum pudor, sem pecado.
Canto pra espantar os demônios, pra juntar os amigos.
Pra sentir o mundo, pra seduzir a vida.